DISFORIA DO GÉNERO espaço não oficial

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Jul 08

A Cura do Transexualismo

Deve-se diagnosticar desde os 5 anos de idade as GID, de forma a obter aos 10 anos de idade um diagnóstico definitivo e preciso. Para isso a Gendercare desenvolveu Game-Tests para crianças, gratuitos pela internet.

Na Holanda, Belgica, Alemanha, os diagnósticos precoces são comuns, com ótimos resultados, há anos.

Após o diagnóstico, entre 10 e 14 anos pode-se promover a transição com HRT.
Aos 16 anos deve-se promover as SRS (MtF-Tailandia; FtM- Holanda, Belgica, Alemanha, aos 18 anos, USA e Canada)

A seguir, após a SRS, deve-se proceder sem burocracia, e de forma automática, à redesignação civil e plena integração da criança a sua situação de harmonia existencial e social, de forma a que SE SENTINDO CURADA, a criança venha a ser produtiva em sua sociedade.

Dra.Peggy Cohen Kettenis,PhD, na Holanda e na HBIGDA, atesta suas curas de crianças GID transexuais há anos.
Por outro lado, a nosso ver, as GIDNOS como o travestismo, tem tratamento mas não tem cura...
Nesses casos quem precisa de cura é nossa sociedade, para que travestis e transformistas se sintam respeitados e inseridos como cidadãos em sua sociedade, com a dignidade e o respeito a que têm direito como cidadãos.

 

 

Conclusão:

O que nos falta?

 

No Brasil falta respeito pela pessoa humana, principalmente jovens, crianças e adultos com um transtorno de identidade de gênero;
No Brasil falta as autoridades, a mídia e o meio médico perceberem que transtorno de identidade nada tem a ver com orientação sexual do tipo gay;
No Brasil falta civilização para se diagnosticar, tratar e curar crianças com GID;
No Brasil falta uma legislação que preserve os direitos das pessoas GID, como o PL70b/95 que até hoje não foi aprovado;
No Brasil falta que as Universidades e o CFM se atualizem, e promovam a qualificação de especialistas, principalmente cirurgiões SRS de qualidade, tanto MtF como FtM;
No Brasil falta que o Estado se preocupe mais com o cidadão e menos com a manutenção de suas prerrogativas e seus privilégios.

O que sobra na nossa sociedade?

Ignorância do CID-10 e da HBIGDA;

Preconceito contra o outro e o diferente;
Autoritarismo clerical e estatal;
Inoperância parlamentar crônica;
Inoperância ministerial endêmica;
Inapetência acadêmica pelo novo;
Ignorância de todo tipo;
Preconceito de toda ordem.
 
Quem define o sexo é o coração,
e não o que temos entre as pernas.
 
O que temos entre as pernas deve apenas se moldar ao que temos no coração, para que possamos ser felizes e, em harmonia, possamos viver em paz.
É um direito inalienável humano, o poder existir em harmonia consigo mesmo.
Fim

 

publicado por UNO às 01:36

TARDES DA JÚLIA A TRANS É UMA DOENÇA?
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ARTIGO 55.º (Transsexualidade e manipulação genética) 1. É proibida a cirurgia para reatribuição do sexo em pessoas morfologicamente normais, salvo nos casos clínicos adequadamente diagnosticados como transexualismo ou disforia do género. (Redacção introduzida pelo Plenário dos Conselhos Regionais de 95.06.03) 2. É proibida a manipulação genética no Ser Humano.
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