DISFORIA DO GÉNERO espaço não oficial

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Jul 08

Consequências disso tudo

 
1.Uma pessoa pode ter genitais masculinos normais e cromossomos XX e XY, e desenvolver naturalmente o substrato neural para a formação de uma identidade feminina, e vice versa, dando origem à maior parte dos casos de transexualismo;
2. É um equívoco se operar genitais de bebes e crianças intersexuais, sem que antes se conheça a diferenciação de gênero do cérebro da criança (que só se irá conhecer pela manifestação, pela criança, de sua identidade de gênero);
3.É um equívoco se achar que pode-se saber o “sexo”do bebe por ultra som... pode-se saber a diferenciação genital, mas nunca a identidade de gênero do bebe...
4.Como pode-se perceber, achamos que sabemos tudo desses assuntos... quando não sabemos quase nada...
Sobre o Diagnóstico Gendercare  de GID e GIDNOS
É fundamental que não vejamos o paciente, para diagnosticá-lo, para que sua aparência não impressione o avaliador, e assim não se distorçam os resultados;
Uma boneca toda produzida, parecerá muito feminina, e poderá não ser tão feminina assim.... ao passo que alguém com barba, calvície e pelos poderá parecer nada feminino... e ser uma mulher GID.
Queremos avaliar cérebros basais que produzem identidades, e não a aparência das pessoas.

O primeiro passo do diagnóstico

Antes de mais nada é necessária uma profunda anamnese, que na Gendercare fazemos por emails;

Nessa anamnese que é totalmente confidencial, verificamos principalmente fatores que podem determinar uma GID, como o estado emocional da mãe durante a gestação, e fatores de trauma precoce para a criança e mesmo o adolescente.

O segundo passo

Em seguida procede-se à avaliação de identidade de gênero inesperada, feminina (MFX) ou masculina (FMX) através de testes desenvolvidos pela Gendercare.

Nesses testes avaliamos 4 escalas fundamentais:
Escala de Masculinidade/Feminilidade
Escala de Disforia de Gênero
Escala de Orientação Sexual
Escala de Ação Sexual.
Estas escalas são analisadas levando-se em conta faixas etárias, de forma que podemos avaliar a dinâmica de desenvolvimento, amadurecimento ou desestabilização da identidade de gênero do paciente.

Estes testes online nos permitem um diagnóstico diferencial do paciente, como transexual, travesti ou transformista, e ainda conhecermos o perfil da orientação sexual (hetero, homo ou bissexual) do paciente, e sua ação sexual preferencialmente ativa/ passiva/ ambas ou assexual.

O terceiro passo

Finalmente, para verificação da situação mental do paciente, fazemos um “screening” psiquiátrico através do MMPI, de forma a descobrirmos possíveis correlações causais da GID com outros transtornos possivelmente presentes.

Relações causais se mostram extremamente raras, mas a situação de GID gera sistematicamente um forte estado depressivo, e algumas vezes pode gerar outros transtornos de leves a medianos. Raramente leva a situações graves e críticas.

Percebemos que a exclusão social e pessoal leva a esses estados paralelos, principalmente pela atuação autoritária de pais e autoridades.

Sempre nos casos mais graves, encaminhamos o paciente para um serviço psiquiátrico local para acompanhamento dessa situação paralela decorrente da GID e/ou estresse pós traumático (PTSD).

Invariavelmente, situações mentais críticas se relacionam com grandes repressões, rejeições e traumas, como fruto de PTSD e não da GID.
Assim encerramos a avaliação e o diagnóstico. Caso o diagnóstico indique uma situação de transexualismo (F.64.0 ou F.64.2), ou mesmo de travestismo (transgenderismo GIDNOS F.64.8), passamos ao tratamento descrito a seguir.
Casos de transformismo (F.64.1) são tratados individualmente, cada paciente necessitando de um acompanhamento específico.
(GRÁFICO)

 

publicado por UNO às 01:11

TARDES DA JÚLIA A TRANS É UMA DOENÇA?
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ARTIGO 55.º (Transsexualidade e manipulação genética) 1. É proibida a cirurgia para reatribuição do sexo em pessoas morfologicamente normais, salvo nos casos clínicos adequadamente diagnosticados como transexualismo ou disforia do género. (Redacção introduzida pelo Plenário dos Conselhos Regionais de 95.06.03) 2. É proibida a manipulação genética no Ser Humano.
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